Assistir a vários episódios de
uma série na sequência, um atrás do outro, é sempre mais interessante do que ver
um a cada semana. Você capta melhor o ritmo, assimila melhor os personagens e a
consistência do roteiro.
Normalmente, séries de humor (Friends, Two and a Half Men, The Big Bang
Theory) têm mais fôlego para aguentar várias temporadas. Já drama, ação,
suspense, aí fica mais complicado. É como novela. Chega um momento em que a trama
central, por melhor que seja, cansa.
The Walking Dead, um dos maiores sucessos da TV mundial, tem uma história
que prende a atenção para quem gosta dessa coisa meio trash de zumbis, mortos-vivos, fim do mundo, etc.
Traição, amizade, amor
adolescente, perda, superação, ou seja, todos os componentes que a gente vê em
qualquer filme classe B que passa nos shoppings
da cidade. E, como toda produção comercial, não há uma preocupação com a
coerência dos personagens.
Assim é que, no final da segunda temporada, o
bonzinho Rick (que de tão certinho se torna um chato de galocha), de repente passa
a ser injustamente questionado por todos, e aceita tudo normalmente.
Vamos ver se a terceira temporada
– que deve chegar ainda este ano – traz alguma novidade para The Walking Dead. Caso contrário, duvido
que ela sobreviva muito tempo, restanto a seus aficcionados retornarem às
histórias em quadrinhos que deram origem à saga.
Com certeza o irmão de Daryl – o tal
João-sem-braço que foi abandonado algemado na cobertura de um prédio ainda na
primeira temporada – deve reaparecer. Afinal, com a morte de Shane, só restaram
chatonildos dentre os sobreviventes da invasão à fazenda do Dr. Hershel.



João-sem-braço huahuahua muito boa!!!
ResponderExcluirEssa terceira temporada precisa chegar logo... Pensando bem, o nosso amigo Rony Jason parece um dos errantes do Walking Dead, é ou não é?
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