Fui assistir à película italiana As Idades do Amor sem grandes
expectativas. Trata-se da continuação de uma franquia iniciada em 2005, tanto
que a tradução literal do título original seria “Manual
do Amor 3”. A segunda parte nem chegou a ser exibida no Brasil e essa última
possivelmente só está sendo pelas presenças ilustres de Robert de Niro e Monica
Belucci, que atuam na última parte do filme, aliás, disparadamente a mais fraca.
São três episódios: Juventude, Maturidade e Além. Encontros casuais
entre os personagens e um inútil e desnecessário cupido motorista de táxi estabelecem
o link entre as três histórias. Tem-se a impressão de que algo no final irá
fazer alguma amarração. Ledo engano.Amor à
As duas primeiras – notadamente a segunda – são interessantes e
engraçadas, embora deponham contra o amor, que deveria ser o tema do filme. O
foco é sexo e traição. Destaque para o âncora de telejornal em Maturidade,
responsável pelas cenas mais hilárias.
O último episódio, no entanto, não diz a que veio. É uma história óbvia,
piegas e sem graça. O próprio título já incomoda. A única associação que se
pode fazer com Além é o aspecto caquético de De Niro, agravado por suas grotescas
caretas.
Curiosas as críticas de cinema. Li na Reuters que essa última parte é
mais bem resolvida do filme. Achei horrível. Assista e decida quem está com a
razão.
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