Looper – Assassinos do Futuro entrega o que
promete. Um thriller com muita ação e
um roteiro criativo, relativamente verossímil e fácil de acompanhar. Bom, eu, pelo menos, achei, mas pelo que vi em algumas resenhas, teve gente que “viajou”.
Mas bem que o roteirista poderia descomplicar
um pouquinho. É que, na história, o futuro está 30 anos à frente do presente, que
no caso se passa em 2044, ou seja, pouco mais de 30 anos adiante dos dias
atuais. Teve gente que achou que o presente era o futuro, mas na verdade era o
passado. Entendeu? Não? Deixa pra lá...
Como deu pra perceber, o assunto
é a mais que manjada máquina do tempo. Em 2074, viajar para o passado é uma contravenção.
E os criminosos têm um problema adicional: se matar alguém, não há como
esconder o corpo. Por isso, quando quer “apagar” um desafeto, a bandidagem arma um
esquema para mandar o cara ao passado para que seus empregados façam o
serviço. O loop (laço), no caso, se
fecha quando os criminosos do presente chegam ao futuro, momento em que ocorre uma
queima de arquivo.
E é por conta disso que,
previsivelmente, as duas gerações do herói Joe (Gordon-Levitt ou Bruce Willis) ficam
frente à frente. Mais previsível ainda, na cartilha dos enlatados americanos, é
o envolvimento dos protagonistas com uma bela mulher, o que direciona boa parte
de suas atitudes.
Seja qual for o filme, Bruce
Willys interpreta o mesmo personagem: o Duro de Matar 171, que sai matando todo
mundo. Deve constar do contrato: tenho que ter uma cena em que saio atirando
feito um louco em qualquer um que aparecer na minha frente...
Em determinados momentos também
há um dejavú de outro filme de
Willis, O Sexto Sentido, pois surge um menininho meio encapetado...
Tudo bem, é aquela coisa
americanalhada, plastificada, que estamos acostumados a ver. Mas pra quem gosta
de uma história movimentada, com muita ação, é um bom programa.
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