A chegada do Espaço Itaú de Cinema trouxe um grande alento aos cinéfilos de Brasília. Só nesses primeiros dias, a saudade me fez ver logo quatro filmes lá, exatamente aqueles que dificilmente passariam na cidade caso não tivéssemos esse novo empreendimento. Vi o argentino “Um Conto Chinês”, os franceses “Minhas Tardes com Margueritte” e “O Garoto da Bicicleta” e o brasileiro “As Canções”. Todos excelentes.
Se você gosta de cinema e pretende ver pelo menos um, minha sugestão é “Minhas Tardes com Margueritte”, uma produção delicada, sensível e que conta com uma atuação esplendorosa de Depardieu, o que não chega a ser nenhuma novidade. O incansável ator, ao longo de quase meio século de carreira, ruma para sua 200ª. atuação.
Adorado em seu país de origem, Depardieu tem uma história de vida conturbada. De família humilde, quando adolescente cometeu pequenos delitos até ser encaminhado ao teatro por uma assistente social. Seu filho Guillaume, também ator, morreu em 2008 aos 37 anos, de pneumonia. Já em 2011, Gerard Depardieu foi notícia no mundo inteiro por um motivo, no mínimo, curioso. Fez xixi no corredor de um avião, quando viajava de Paris para Dublin.

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